LAMBDA LAMBDA LAMBDA!!!
Assisti ontem à pré-estreia de Star Wars: The Clone Wars em um dos cinemas que eu mais gosto aqui do Rio. Tinha tudo pra ser uma ótima experiência. Era Star Wars, no cinema que eu mais gosto e com som THX, perfeito. Estavam presentes na pré os membros do Conselho Jedi do Rio de Janeiro, o pessoal do Jovem Nerd e Almanaque Virtual. Todos na ansiedade pelo sétimo filme da franquia.
Antes de começar a crítica propriamente dita, gostaria de situar você, caro leitor, em como eu, um fã, estava indo assistir àquele filme. Eu sou um fã de Star Wars desde 1996 quando vi os VHS da trilogia original na minha TV de 15” e som mono. Fiquei feliz da vida quando relançaram os filmes remasterizados no cinema em 1997. Fiquei mais feliz ainda quando anunciaram que iriam filmar os episódios I, II e III (tudo bem que quando eu vi o Episódio I eu vi a bosta que viria, mas é Star Wars, tá valendo). Ao final da sessão de Episódio III, mesmo eu tendo achado o filme uma bosta, eu senti aquela tristeza de nunca mais ver “Há muito tempo atrás, em uma galáxia muito muito distante…” nas telas de cinema. Mas era melhor parar do que continuar fazendo lixo imperial.
Nesse meio tempo foi feito uma série animada que passou no Cartoon Network chamada Clone Wars, dirigida pelo grande Genndy Tartakovsky, e que faria a ligação entre o Episódio II e o III. Digo a vocês que não viram esse desenho ainda que vejam pois é o melhor material relacionado à trilogia nova.
Depois de tudo terminado e com o George Lucas nadando em mais dinheiro que o Tio Patinhas, é anunciado que vão fazer um novo filme de Star Wars só que em 3D. Muitas críticas rolaram sobre essa decisão de fazer o filme em 3D mas nada era importante. Afinal de contas era “Há muito tempo atrás em uma galáxia muito muito distante…” voltando as telas de cinema, seria sensacional!
Pois bem, lá estava eu sentado na minha poltrona ansioso para que o filme começasse logo. As luzes se apagaram e as marcantes letras azuis apareceram na tela… lindo! Mas uma pena que essa felicidade em meus olhos só tenha durado esses míseros segundos em que aquela frase ficou na tela.
Logo em seguida o que vimos foi um desrespeito total com tudo que conhecemos como Star Wars. Os diretores e principalmente esse produtor mercenário chamado George Lucas resolveram transformar Star Wars num filme de comédia pastelão.
O plot se limita a uma ação da República para resgatar o filho sequestrado de Jabba The Hutt antes que as tropas separatistas de Dooku o façam, para que Jabba mantenha sua aliança com a República. Um filme que carrega o nome “The Clone Wars” se limita a contar a história de uma missãozinha mequetrefe. Bem, antes fosse só isso.
ATENÇÃO! A PARTIR DE AGORA PODEM HAVER SPOILERS NO TEXTO. SE VOCÊ NÃO QUISER LÊ-LOS, PULE PARA O ÚLTIMO PARÁGRAFO! ESTEJAM AVISADOS!
Não sei o que deu na cabeça dos roteiristas que escreveram aquilo, mas vou listar algumas das coisas que me deixaram realmente intrigado nesse filme:
- Quem diabos foi o programados dos droides básicos do exército separatistas? Sério mesmo. Tudo bem que nos filmes eles já são meio tapados, mas resolveram elevar essa característica ao cubo! Além dos droides ficarem conversando entre si o tempo todo, eles agora esquecem dados (”setor 2-4-7-1-3-2… como é mesmo?”), eles agora reclamam de sua situação (”WHYYYYYYYYYYYYY?”) e além de tudo não sabem contar (”Nós estamos em maior número? Peraí… 1, 2, 3…”) só falta agora fazerem greve exigindo um salário mais honesto, melhores condições de trabalho e férias remuneradas.
- Vocês querem um subistituto para Jar Jar Binks? Vocês terão. É o Jabba Jr. E ele ainda vem com um a mais, é um bebê fedorento e babão que ainda está doente! Olha que legal! Sem contar que ele tem a Força. Enquanto dois Jedis imbecis ficam olhando para um penhasco procurando uma saida, é o bebezinho Hutt que avisa pra eles que tem uma PUTA DUMA PLATAFORMA DE ATERRISSAGEM ENORME DO OUTRO LADO DO PENHASCO! Agora me diga como dois Jedis com sentidos aguçadíssimos não perceberam aquilo ali mas um bebê Hutt percebe? Ele tem a Força, amigos!
- Por acaso vocês gostavam do Anakin criança chatopracaralho? Eu não. Mas podem ficar tranquilo. Ahsoka Tano veio pra ser a pior personagem de todas! Ela está para o Star Wars como o Robin está para Batman, é só um sidekick juvenil chato, prepotente e que só tá lá para as crianças se identificarem.
- E a trilha sonora, ein? Uma das coisas que tem de melhor em Star Wars são as maravilhosas músicas criadas pelo Maestro John Williams. Mas peraí. Cadê? Não to vendo nenhuma trilha maravilhosa nesse filme! Só vejo um bando de músicas loucas e completamente nada a ver com o filme. Que lixo, amigos. Agora Coruscan escuta o Reggae Imperial. Deprimente.
- E prefiro nem comentar sobre roteiro e narrativa aqui porque não vale a pena gastar caracteres.
Star Wars: The Clone Wars é o pior filme da franquia. É indiscutivelmente uma piada que o George Lucas resolveu fazer com os fãs. Afinal, o cara me lança uma introdução para a nova série animada (que eu prevejo que será pior do que a anterior) como se fosse um filme. HAHAHA… eu ri, Lucas. Agora por favor, antes de pensar em voltar com Star Wars para o cinema, lembre-se em fazer o filme com a cabeça e não com o c*.
NOTA FINAL: 5,0 – Só porque tem sabres de luz, naves e o Mestre Yoda.
Que a Força esteja com vocês!
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Amazing Spider-Man #569

Bem bem… vc é retardado ou oq??? seu gosto deve ser meio duvidavel.. pq vc diz que a serie animada foi o melhor material da trilogia nova… A SERIE ANIMADA FOI UMA BOSTA… prefiri muito mais os filmes… e esse filme.. eu tb vi no Unibanco Arteplex… e acheiii ffoodaaa… Ahsoka é um maximoo… pelo menos era mais racional que o Anakin… ela ta certa.. eles receberam uma missao, tem que cumpri-la em primeiro lugar………… vc realmente, não serve nem um pouco para ser critico.. aposto que o Mário Abbade vai flar muito bem do longa!!!
quer fazer fama zoando trabalho dos outros … CRESCE amigo!